Meio de volta...

domingo, julho 7

A porta bateu

Eu não fechei os olhos quando a luz tentou me cegar.
Eu fiquei acordada quando o sono desejou meus olhos fechar
Eu não pisquei quando as aguas vieram de encontro ao meu olhos.
Eu permaneci acordada olhando....


O sangue corria forte não sei o que ele queria provar.
Meu coração em choque.
Meu olhos estarrecidos.
A boca seca.

O veneno.
A mentira.
A maledicência.
A linguá.
Descarte.
Homicidas.
A morte.

O punhal em forma de palavras,gestos e atitudes.


Os meu olhos abertos.
A minha voz em silencio.
A espera.
A volta.
A Verdade.

Ouço um barulho.

A porta bateu.

domingo, dezembro 9

Estava nua.
No centro do circulo.
A magica estava em mim.

Os meu pés fincados na terra.
Meus olhos em fogo.
O corpo deixado ao vento.
O corpo banhado pela água da chuva.

Isso não e uma poesia!!!!!
Isso sou eu!

Nua na chuva buscando o Deus em mim.
Não é poético sentir frio!!!

Não é poético amar a quem um dia te amou.

Eu busco em mim o equilíbrio para aceitar a perda.
A solidão e o seu olhar de compaixão.

Estou ligada a vida e a natureza.
Estou?

Ninguém está.

Tudo isso e tolo e patetico.

A minha vida se esvai......

Eu quero o bem.

O meu bem e o seu bem.

domingo, setembro 2

Tesa

O tesão me molha a calcinha
Deflora meu ninho
Invade  meu corpo ...
Me come em pedacinhos.....

Me deixa a miúde
Fode baixinho...
Me lambendo de mansinho
Me sentindo entre seus dedos..

Me encaixa em seu quadril
Me faz rebolar,
Me excita,
Se esfrega,
Me castiga..

Imploro baixinho
-Me come-

Te endureço,me molho mais
Desejo te comer
Me devora...
Te engulo...
Me perco
Te seduzo
Me seduz..
Eu gozo.
Você é só tesão....

Puxa meu cabelo
Segura meus quadris
Explode em mim...






quarta-feira, julho 4

Azucrinação - O Medo

E quando a noite me sobre vem
E que minhas lágrimas saem para passear me banhando o rosto.
Aliviando me o coração
Libertando me a alma
Me fazendo viver quem sou.

E  mesmo nessas horas em que sinto a liberdade
 me afagando os ombros.
E é neste momento de sublime prazer que sobre mim vejo descer os olhos devorador
e eu vejo o mal avançando.


E as lagrimas secam o coração me oprime
a alma se afoga
e eu não sou eu mais eu.